| Resumo: |
O envelhecimento demanda estratégias que promovam saúde e qualidade de vida.
As Práticas Integrativas e Complementares (PICS) reconhecem o indivíduo em sua integralidade,
contemplando dimensões físicas, emocionais e sociais. Nesse contexto, a Dança Circular, reconhecida
como recurso terapêutico do Sistema Único de Saúde (SUS), favorece o equilíbrio, a mobilidade e
o fortalecimento de vínculos afetivos entre idosos. Objetivo: Compreendeu-se o impacto da dança
circular, inserida no contexto das Práticas Integrativas e Complementares, sobre o bem-estar e a
funcionalidade da população idosa. Método: Revisão simples de literatura, com busca nas bases
Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde
(LILACS) e Scientific Electronic Library Online (SciELO). Foram incluídos estudos publicados entre
2015 e 2025, em língua portuguesa. Dos 49 trabalhos inicialmente identificados, apenas 8 atenderam
aos critérios de inclusão. Resultados: Os benefícios consistentes identificados foram o aprimoramento
motor, a melhora da mobilidade funcional e a redução de quedas por meio da dança circular, além de
diversos outros ganhos. Os achados indicam que a dança circular, ao integrar movimento, emoção e
convivência grupal, configura uma prática eficaz para promover um envelhecimento ativo e humanizado.
Sua implementação em serviços de saúde contribui para ampliar o cuidado centrado na pessoa e fortalecer práticas acolhedoras. Conclusão: A dança circular configura-se como uma estratégia
acessível e de amplo impacto na promoção da saúde do idoso. Sua prática deve ser incentivada
nas políticas públicas e incorporada à rotina dos serviços de saúde, fortalecendo ações voltadas ao
envelhecimento ativo e à integralidade do cuidado. |