| Resumo: |
Objetivo: Investigar como a inteligência artificial pode otimizar a administração hospitalar,
com foco no aprimoramento dos indicadores de desempenho, na qualificação do atendimento
e no apoio às decisões dos enfermeiros gestores, considerando seu impacto na organização
dos serviços de saúde.
Método: Trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa, desenvolvida entre agosto e outubro
de 2025. A pesquisa incluiu produções publicadas entre 2015 e 2025, disponíveis na íntegra e
em português, selecionadas nas bases LILACS, MEDLINE e BDENF. Foram utilizados os
descritores, combinados com operador booleano para ampliar a busca. Após triagem de
títulos, resumos e leitura completa, dez estudos compuseram a amostra final, analisados de
forma descritiva e organizados em categorias.
Resultados: Os estudos evidenciaram que a inteligência artificial aprimora a segurança do
paciente, auxilia no dimensionamento de equipes, possibilita previsões de risco e otimiza o
uso de leitos. Também demonstraram contribuições no planejamento assistencial, na
identificação precoce de agravamentos clínicos e na melhoria da eficiência administrativa em
diferentes contextos hospitalares.
Conclusão: A inteligência artificial mostrou potencial para qualificar a gestão, fortalecer o
trabalho dos enfermeiros gestores e melhorar a distribuição de recursos. Apesar dos
benefícios, foram identificados alguns desafios, que indicam a necessidade de
regulamentação, capacitação e validação contínua das tecnologias. |